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Gestão para a Sustentabilidade

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Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa - Rezler Chavetas Ltda
Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa 2016

Antecipado ao lançamento dos Inventários de Gases de Efeito Estufa divulgados no Programa GHG Protocol Brasil, a empresa caxiense Rezler Chavetas apresenta seu 4º Inventário Corporativo de GEE, reforçando o compromisso com o tema das mudanças climáticas.

O inventário apresenta os resultados de emissões de gases de efeito estufa das operações da empresa durante o ano de 2016 e segue os padrões internacionais desenvolvidos pela Internacional Organization for Standardization (ISO) contemplando todas as Emissões Diretas (Escopo 1), Emissões Indiretas por Consumo de Energia (Escopo 2) e Emissões Indiretas por outras Fontes (Escopo 3).

A Rezler é uma das primeiras empresas da região a quantificar sua pegada de carbono. Desde 2013 a diretoria da empresa em conjunto com uma equipe externa, assumiu a responsabilidade de elaborar o inventário de emissões de gases de efeito estufa – GEE. Além de uma prestação de contas aberta aos integrantes do Programa GHG Protocol, aos clientes, parceiros de negócios, órgãos ambientais e à própria sociedade, o inventário de GEE significa a afirmação do compromisso da Rezler com a responsabilidade socioambiental e com seus valores mais preciosos como a transparência de informações, a excelência, a integridade, o pioneirismo e o bem estar das pessoas.

A Rezler Chavetas é uma das maiores fabricantes de chavetas do Brasil.

Completando 45 anos, a empresa é formada por colaboradores qualificados e em constante reciclagem, além de máquinas e equipamentos de última geração, dedicados a atender a excelência na produção de chavetas.
Com eficaz sistema de qualidade, foi a primeira indústria do setor a ter seu processo de fabricação certificado sob a norma ISO 9001, em 1998. Visando a qualidade e o melhor atendimento às necessidades dos clientes oferece, além de chavetas, produtos para montagem e reposição da linha agrícola.

A Rezler divulga seu inventário diretamente em seu site: www.rezler.com.br
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5 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente
História Hoje: Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído pela ONU em 1972

Há 45 anos, foi criado o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Crescemos escutando que a água era um recurso inesgotável. Só que hoje, sabemos que não. E o que é pior... descobrimos a duras penas.

Usamos a água e outros recursos naturais sem consciência. Agora, vivemos tempos de racionamento, reflorestamento, reaproveitamento... E reciclar, replantar, recuperar passaram a ser palavras de ordem. O planeta tem pressa.

O meio ambiente passou a ser o centro de várias discussões em todos os cantos. E mesmo sendo um tema tão recorrente nem todo mundo compreende a necessidade de mudar velhos hábitos...

Houve tempos de fartura... Casas construídas em cima de árvores... Tábuas e rodinhas que viravam carrinhos de rolimã... Brincadeiras regadas a água... Muita água.

Hoje, adeus aos banhos de mangueira da meninada e aos carros lavados nas calçadas. Os jardins e as árvores deram lugar aos prédios.

E o asfalto recobriu a terra. E o rio virou deserto... E a selva virou pedra...

A preservação dos recursos naturais é assunto recorrente em todos os encontros mundias que debatem a questão. Mas as soluções são lentas... E os recursos naturais ofegam...Alguns não resistem... Falecem.

Rios, córregos e lagos morrem todos os dias contaminados, assoreados... Abandonados a própria sorte. Indústrias só preservam os lucros imediatos e não pensam soluções. Sim, estamos vivendo uma das maiores crises hídricas já oficialmente registrada.

O lixo eletrônico vem contaminando o solo e o lençóis freáticos. As florestas clandestinamente derrubadas, a biodiversidade pirateada e mal utilizada.

O fato é: a Humanidade precisa aprender a viver em harmonia com a natureza. Governantes e população devem se unir para que os impactos negativos acumulados até hoje sejam revertidos.

Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos naturais e a perda constante de biodiversidade poderão promover o desaparecimento de várias espécies e podem comprometer, inclusive, nossa sobrevivência.

Fonte: http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2017-06/historia-hoje-dia-mundial-do-meio-ambiente-foi-instituido-pela-onu-em-1972
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Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil
Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil

Nos últimos quatro anos, a ABNT desenvolveu o projeto “Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil”, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo principal do projeto foi dar apoio técnico às PME para elaborarem inventários de emissões e identificarem oportunidades de melhorias de seus processos, além da ABNT obter sua acreditação como um organismo verificador de inventários corporativos, em conformidade com normas e protocolos internacionalmente aceitos. Até hoje, as iniciativas voluntárias de GEE no Brasil tinham envolvido apenas empresas de grande porte. Pela primeira vez foram disponibilizados recursos para auxiliar as PME na capacitação de pessoal e na implementação de um sistema de gestão de GEE.

O projeto contou com a participação de importantes instituições como ABDI, BNDES, CNI, FIESP, FINEP, FIRJAN, INMETRO, MMA, SEBRAE e UERJ no seu comitê gestor e de grandes empresas, como ArcelorMittal, Braskem e Odebrecht, que têm nesta importante iniciativa um forte alinhamento com suas estratégias relacionadas a mudanças climáticas.

O projeto capacitou profissionais que trabalham com as PME na realização de seus inventários de emissões e várias instituições importantes como o INMETRO, INEA e SENAI. A capacitação englobou as normas da série ABNT NBR ISO 14064 e protocolos de GEE, com foco no Programa Brasileiro GHG Protocol. Pela primeira vez no Brasil, foram capacitados verificadores líderes em inventários de emissões de GEE.

Também realizamos seminários em todo o Brasil, com o objetivo de sensibilizar as empresas a participarem ativamente do projeto, elaborando seus inventários de GEE e projetos de redução de emissões. Outra externalidade positiva foi o desenvolvimento de dois Guias Metodológicos para auxiliar as empresas, um direcionado à elaboração dos seus inventários de GEE, e outro à realização de ações de redução de emissões, conjuntamente com ações de melhoria no processo e na gestão da organização, visando à redução de seus custos operacionais através da otimização de processos e da redução do consumo de energia.


Com as parcerias de importantes instituições como IST Ambiental, do grupo FIRJAN, a PROAMB, bem como das empresas All Gás e AMBIO para auxiliar as empresas na elaboração dos seus inventários de GEE, e o convênio realizado com o Carbon Discosure Project – CDP, foi possível alcançar a meta de 203 empresas assistidas pelo projeto na elaboração do inventário corporativo de emissões de GEE.

Munidas de melhores ferramentas, como os guias metodológicos e estudos de caso desenvolvidos, e capacidades, com os treinamentos ministrados pelo projeto, as PME conseguem buscar uma transição mais eficiente e novos mecanismos para a busca de uma economia de baixo carbono.


O cenário econômico no Brasil e mundial é um fator crítico, demonstrando a fragilidade desse tema perante fatores econômicos externos. Entretanto, em 2015, o novo Acordo de Paris, e o maior engajamento de países como Estados Unidos e China, deram um novo enfoque no tema. O Brasil, como um dos líderes dos países em desenvolvimento nos fóruns e estabelecendo metas de redução, mostra um fortalecimento da sua política nacional e convoca a participação mais ativa das empresas, principalmente com a elaboração de inventários e projetos de mitigação. A ABNT e o BID acreditam que este projeto contribuirá para fortalecer a liderança do Brasil em ações contra a mudança climática e modernização das empresas.


No final do projeto foram realizados seminários de transferência do conhecimento gerado no projeto com o Instituto Nacional de Normalização (INN) no Chile, a Indecopi no Peru, o BID em Washington, o Ministério de Meio Ambiente e o BID no Panamá e o Ministério de Meio Ambiente e o Icontec, na Colômbia. Foi também elaborado um estudo prospectivo sobre o comportamento dos países e das empresas em relação às mudanças climáticas na América Latina. Para a ABNT, este tipo de projeto deve servir de exemplo e base para o desenvolvimento de ações voltadas para o fortalecimento da consciência sustentável do País.


Com a acreditação da ABNT como Organismo de Verificação (OVV) de Inventários de GEE no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, colocamos à disposição das empresas de todos os setores e portes, mais um serviço com a marca de excelência ABNT.



*Todo o material elaborado no projeto está disponibilizado no portal

www.abntonline.com.br/sustentabilidade
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Estudantes desenvolvem recursos digitais em favor do meio ambiente
Projetos do desafio por equipe Soluções Sustentáveis em TI, na Olimpíada do Conhecimento, é direcionado a consumidores ou empresas.

Um sistema de controle de energia para residências, um aplicativo que gerencia a destinação de descartes eletrônicos e outro que mapeia os pontos de coleta de lixo, ou ainda um software que transforma o resto de construções civis em crédito de carbono, que pode usado como pagamento de serviços.

A criatividade não tem limites na turma que disputa o desafio por equipes na modalidade Soluções Sustentáveis em TI. Desde a última quinta-feira (10), estudantes de Tecnologia da Informação de Santa Catarina, Alagoas, Paraná, Roraima e Rio de Janeiro estão debruçados em seus projetos, aguardando a decisão que acontece hoje no último dia da Olimpíada do Conhecimento.

Nesta prova, as equipes têm que apresentar soluções digitais inéditas com foco em sustentabilidade social, econômica e ambiental. O projeto pode ser direcionado a consumidores ou empresas e os participantes devem ter pelo menos um representante das profissões Soluções de Software para Negócios, Web Design e Gestão de Sistemas de Redes TI.

A gestão do negócio inclui, inclusive, um orçamento limite de R$ 35 mil, que foi suficiente para os estudantes de Cuiabá (MT) desenvolverem um sistema de automação residencial de baixo custo. Um dos integrantes do time, Júlio Vaz, de 19 anos, explica que o dinheiro foi usado para desenvolvimento do software, componentes e até para a construção de uma maquete da residência beneficiada pelo sistema.

“O controle é todo feito através de um smartphone ou tablet, que é capaz de ligar e desligar, à distância, as lâmpadas, tomadas, portão eletrônico, eletrodomésticos”, explica Vaz.

A expectativa do estudante e dos outros três colegas de grupo é a prova final. Para que o sistema funcione, a única exigência é o acesso à Internet como explica Leonardo Pacheco, 20 anos, outro integrante da equipe mato-grossense.

Há outras obrigatoriedades previstas no regulamento. No local de competição, os estudantes têm que estruturar uma rede física e wireless, com segurança de rede implementada, para acesso pelo usuário a partir de estações de trabalho, smartphones e tablets.

Além disso, o aplicativo desenvolvido será acessível para sistemas iOS e Android e ainda ser disponível para download na Internet. Ele ainda deve possibilitar que o usuário preencha um formulário e, com base nos dados, a ferramenta informe a estrutura de desenvolvimento e suporte à solução.

Jogos virtuais
No mesmo espaço onde acontece a competição por equipe, os desafios individuais também atraem muito o público, como o de Soluções em Software, onde seis estudantes elaboraram, em uma hora, um jogo com base em banco de dados e parâmetros, utilizando softwares ou aplicativos voltados para desenvolvimento em net ou java.

Após o fim da prova, os participantes tiveram alguns segundos para explicar seus jogos e a escolha ficou para o público, através do sistema Televoto. O vencedor veio do Paraná: Gustavo Cavalcanti, que desenvolveu um game semelhante ao “Asteróides”, onde uma nave dispara laser para destruir os objetos, mudando de fase na medida em que os desintegra. Em segundo lugar ficou Gabriel Vasconcellos, de Santa Catarina, e em terceiro, João Vítor, de Alagoas.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/especial-publicitario/senai/olimpiada-do-conhecimento/2016/noticia/2016/11/estudantes-desenvolvem-recursos-digitais-em-favor-do-meio-ambiente.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar
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Educação Ambiental: Mudanças Climáticas
GRUPO DE PESQUISA EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS (GPMC)

O GPMC do INPE tem como objetivo o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao tema mudanças climáticas, incluindo estudos observacionais para caracterizar o clima presente e sua variabilidade em longo prazo, assim como estudos de projeções de cenários climáticos futuros para caracterizar o clima no que resta do Século XXI para vários cenários de emissões de gases de efeito estufa. Entre os membros há pesquisadores que trabalham nas áreas de mudanças do clima, análises de vulnerabilidade, estudos de impactos e adaptação, de instituições do calibre da Universidade de São Paulo-IAG (www.iag.usp.br), da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável (www.fbds.org.br), com colaborações de instituições do Governo Federal como EMBRAPA, INMET, FIOCRUZ, ANA, ANEEL, ONS, COPPE-UFRJ entre outras, assim como os centros estaduais de meteorologia, universidades, o FBMC (Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas) e a Sociedade Civil Organizada. O grupo também trabalha em conjunto com o Programa Nacional de Mudanças Climáticas do Brasil do Ministério da Ciência e Tecnologia , com a Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente, com a Rede Clima, e com o Programa de Mudanças Climáticas Globais da FAPESP, assim como com programas nacionais de alguns países da América do Sul. O trabalho que está sendo desenvolvido pretende fornecer informações e projeções climáticas para serem divulgadas e disponibilizadas pelos grupos de pesquisa climática e aplicada, assim como apoiar os tomadores de decisão na formulação de políticas sobre o impacto das mudanças climáticas, a vulnerabilidade e as medidas de adaptação. Além disso, consolidar uma rede de pesquisadores Nacionais e Internacionais, na procura de uma permanente cooperação entre os produtos da pesquisa científica e o processo de formulação e tomada de decisões.

Pensando na educação ambiental o site oferece jogos onde as crianças podem aprender um pouco mais sobre mudanças climáticas: http://mudancasclimaticas.cptec.inpe.br/abc/index.html
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Rezler Chavetas - Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa 2015



Em 2016 a empresa Rezler Chavetas lança seu terceiro Inventário de Gases de Efeito Estufa, reforçando o compromisso com o tema das mudanças climáticas.

O inventário apresenta os resultados de emissões de gases de efeito estufa das operações da empresa durante o ano de 2015 e segue os padrões internacionais desenvolvidos pela Internacional Organization for Standardization (ISO) contemplando todas as Emissões Diretas (Escopo 1), Emissões Indiretas por Consumo de Energia (Escopo 2) e Emissões Indiretas por outras Fontes (Escopo 3).

Desde 2013 a diretoria da empresa em conjunto com uma equipe externa, assumiu a responsabilidade de elaborar o inventário de emissões de gases de efeito estufa – GEE. Além de uma prestação de contas aberta aos integrantes do Programa GHG Protocol, aos clientes, parceiros de negócios, órgãos ambientais e à própria sociedade, o inventário de GEE significa a afirmação do compromisso da Rezler com a responsabilidade socioambiental e com seus valores mais preciosos como a transparência de informações, a excelência, a integridade, o pioneirismo e o bem estar das pessoas.

A Rezler Chavetas é uma das maiores fabricantes de chavetas do Brasil. Instalada em Caxias do Sul, RS, em 1972, possui colaboradores qualificados e em constante reciclagem, além de máquinas e equipamentos de última geração, dedicados a atender a excelência na produção de chavetas.

Com eficaz sistema de qualidade, foi a primeira indústria do setor a ter seu processo de fabricação certificado sob a norma ISO 9001, em 1998. Visando a qualidade e o melhor atendimento às necessidades dos clientes oferece, além de chavetas, produtos para montagem e reposição da linha agrícola.

A Rezler divulga seu inventário diretamente em seu site: www.rezler.com.br
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