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Montadoras alemãs sob suspeita de financiar testes abomináveis com macacos e humanos


O governo da Alemanha condenou a realização de testes financiados por fabricantes de automóveis do país em que humanos e macacos tiveram de inalar fumaça de escapamento.
Os experimentos, que teriam sido conduzidos com o objetivo de defender o uso de diesel em automóveis, foram noticiados nos últimos dias pelo jornal The New York Times - que veiculou reportagem sobre testes realizados com 10 primatas na cidade americana de Albuquerque, no Estado de Novo México - e pela imprensa alemã, que se concentrou em testes realizados com humanos em um laboratório em Aachen, próximo à fronteira com a Holanda.

Os veículos de imprensa alemães afirmam que a pesquisa foi realizada por um grupo chamado EUGT (Grupo de Pesquisa Europeu sobre Meio Ambiente e Saúde no Setor de Transporte, na sigla em inglês), financiado, por sua vez, pelas empresas Volkswagen, Daimler e BMW.
Em sua defesa, as empresas têm dito que não conheciam os detalhes dos experimentos que financiaram.
O governo alemão declarou não haver motivo para a realização de experimentos dessa natureza e exigiu mais detalhes sobre eles. "Esses testes em macacos ou mesmo em humanos não podem ser justificados do ponto de vista ético, de forma nenhuma", disse o porta-voz do governo Steffen Seibert.
A ministra do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, chamou os experimentos de "abomináveis" e se disse chocada que cientistas tenham concordado em conduzi-los.
O político social-democrata Stephan Weil, também membro do conselho de supervisão da Volkswagen, qualificou a pesquisa de "absurda e abominável". "Lobby não pode ser uma desculpa para esse tipo de teste", disse ele.

O que se sabe sobre os testes?
Em reportagem publicada na última quinta-feira, o jornal New York Times afirma que a pesquisa do grupo EUGT tinha como objetivo se contrapor uma decisão de 2012 da Organização Mundial da Saúde (OMS) que classificava a fumaça de escapamento de veículos a diesel como cancerígena.
Segundo o jornal americano, em 2014, o grupo EUGT expôs 10 macacos a fumaça de escapamento em uma câmara de ar fechada. O teste ocorreu em um laboratório em Albuquerque, Novo México, nos Estados Unidos. Os veículos usados nos experimentos seriam adulterados para gerarem níveis menores de poluição.
Já neste fim de semana, os veículos jornalísticos alemães Stuttgarter Zeitung e a rádio SWR divulgaram que 19 homens e 6 mulheres inalaram fumaça de diesel em outro experimento da EUGT.
Durante um mês de testes em um laboratório em Aachen, na Alemanha, essas pessoas foram expostas a diversas concentrações de fumaça de diesel, que contém óxido de nitrogênio tóxico. O estudo teria sido publicado em 2016.
Naquela época, as montadoras argumentavam que tecnologias modernas permitiam reduzir a poluição de escapamento de veículos a diesel a níveis seguros. Mas, posteriormente, foi descoberto que a Volkswagen havia instalado dispositivos fraudados nos veículos testados.
Os resultados dos exames eram manipulados - levando a crer que a emissão de gases tóxicos era muito menor do que efetivamente seria na prática. Estima-se que mais de 10 milhões de veículos tenham sido adulterados para evitar um cálculo acurado de emissão de poluentes. A descoberta da fraude ambiental, em 2015, causou um escândalo internacional e derrubou a cúpula da montadora.
No Brasil, veículos do modelo picape Amarok tiveram o dispositivo adulterado instalado. Segundo o New York Times, a Volkswagen já teve que pagar mais de US$ 26 bilhões em multas devido ao escândalo anterior.

O que as montadoras disseram?
Em sua defesa, as empresas têm dito que não conheciam os detalhes da pesquisa que financiaram. A Daimler, fabricante dos carros Mercedes-Benz, disse no domingo estar "consternada pela extensão dos estudos (da EUGT) e sua implementação". "Nós condenamos os experimentos de forma veemente".
Em reação à reportagem do New York Times, a Volkswagen tuitou no sábado dizendo que "se distancia explicitamente de todas as formas de abuso de animais". "Nós sabemos que os métodos científicos usados pela EUGT estavam errados e nos desculpamos sinceramente".
O conselho de supervisão da Volkswagen disse que vai investigar o assunto e chamou os experimentos de "completamente absurdos".
Quais são as mais recentes informações sobre a poluição pelo diesel?
Um estudo recente do pesquisador alemão Ferdinand Dudenhöffer mostrou que os níveis de poluição pelo diesel ainda estão muito altos em dez cidades da Alemanha - assim, o mais provável é que os automóveis sejam banidos de locais com situação crítica, ao menos que os motores sejam aprimorados.
Segundo sua pesquisa, apenas mudanças nos softwares dos veículos não seriam suficientes para lidar com o problema.
Munique, Stuttgart, Hamburgo, Düsseldorf e Colônia estão entre as cidades com níveis graves de poluição.
Os testes foram antiéticos?
O governo alemão avalia que sim.
Enquanto isso, dois cientistas independentes que já conduziram testes sobre a poluição do ar com voluntários humanos disseram à BBC que o patrocínio das empresas a estes experimentos é problemático.
"Se a pesquisa não é independente, então há dúvidas sobre sua validade e, portanto, sobre sua ética", diz Frank Kelly, da universidade King's College London.
Kelly diz que centenas de voluntários já participaram de estudos com financiamento público sobre o impacto da emissão do diesel - trabalhos estes que precisaram passar pela aprovação em comitês de ética para prosseguir.
Em um estudo universitário, por exemplo, voluntários com doenças crônicas nos pulmões ou no coração caminhavam por pontos turísticos movimentados de Londres.
"Fazer experimentos com pessoas ou macacos não é por si só antiético", afirma Chris Carlsten, da Universidade de British Columbia, no Canadá.
Carlsten acrescenta ainda que "não é muito comum" fazer testes de poluição do ar com macacos, apesar de alguns terem sido usados para estudar a camada de ozônio.
Ele estudou os efeitos da emissão de diesel em voluntários, que costumam ser pagos em cerca de 14 dólares canadenses (R$ 34) por duas horas de exposição à poluição.
"Esses estudos são essenciais para apoiar políticas que possam proteger a todos", afirmou.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42865579
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Gestão para a Sustentabilidade
Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa - Rezler Chavetas Ltda
Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa 2016

Antecipado ao lançamento dos Inventários de Gases de Efeito Estufa divulgados no Programa GHG Protocol Brasil, a empresa caxiense Rezler Chavetas apresenta seu 4º Inventário Corporativo de GEE, reforçando o compromisso com o tema das mudanças climáticas.

O inventário apresenta os resultados de emissões de gases de efeito estufa das operações da empresa durante o ano de 2016 e segue os padrões internacionais desenvolvidos pela Internacional Organization for Standardization (ISO) contemplando todas as Emissões Diretas (Escopo 1), Emissões Indiretas por Consumo de Energia (Escopo 2) e Emissões Indiretas por outras Fontes (Escopo 3).

A Rezler é uma das primeiras empresas da região a quantificar sua pegada de carbono. Desde 2013 a diretoria da empresa em conjunto com uma equipe externa, assumiu a responsabilidade de elaborar o inventário de emissões de gases de efeito estufa – GEE. Além de uma prestação de contas aberta aos integrantes do Programa GHG Protocol, aos clientes, parceiros de negócios, órgãos ambientais e à própria sociedade, o inventário de GEE significa a afirmação do compromisso da Rezler com a responsabilidade socioambiental e com seus valores mais preciosos como a transparência de informações, a excelência, a integridade, o pioneirismo e o bem estar das pessoas.

A Rezler Chavetas é uma das maiores fabricantes de chavetas do Brasil.

Completando 45 anos, a empresa é formada por colaboradores qualificados e em constante reciclagem, além de máquinas e equipamentos de última geração, dedicados a atender a excelência na produção de chavetas.
Com eficaz sistema de qualidade, foi a primeira indústria do setor a ter seu processo de fabricação certificado sob a norma ISO 9001, em 1998. Visando a qualidade e o melhor atendimento às necessidades dos clientes oferece, além de chavetas, produtos para montagem e reposição da linha agrícola.

A Rezler divulga seu inventário diretamente em seu site: www.rezler.com.br
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Gestão para a Sustentabilidade
5 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente
História Hoje: Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído pela ONU em 1972

Há 45 anos, foi criado o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Crescemos escutando que a água era um recurso inesgotável. Só que hoje, sabemos que não. E o que é pior... descobrimos a duras penas.

Usamos a água e outros recursos naturais sem consciência. Agora, vivemos tempos de racionamento, reflorestamento, reaproveitamento... E reciclar, replantar, recuperar passaram a ser palavras de ordem. O planeta tem pressa.

O meio ambiente passou a ser o centro de várias discussões em todos os cantos. E mesmo sendo um tema tão recorrente nem todo mundo compreende a necessidade de mudar velhos hábitos...

Houve tempos de fartura... Casas construídas em cima de árvores... Tábuas e rodinhas que viravam carrinhos de rolimã... Brincadeiras regadas a água... Muita água.

Hoje, adeus aos banhos de mangueira da meninada e aos carros lavados nas calçadas. Os jardins e as árvores deram lugar aos prédios.

E o asfalto recobriu a terra. E o rio virou deserto... E a selva virou pedra...

A preservação dos recursos naturais é assunto recorrente em todos os encontros mundias que debatem a questão. Mas as soluções são lentas... E os recursos naturais ofegam...Alguns não resistem... Falecem.

Rios, córregos e lagos morrem todos os dias contaminados, assoreados... Abandonados a própria sorte. Indústrias só preservam os lucros imediatos e não pensam soluções. Sim, estamos vivendo uma das maiores crises hídricas já oficialmente registrada.

O lixo eletrônico vem contaminando o solo e o lençóis freáticos. As florestas clandestinamente derrubadas, a biodiversidade pirateada e mal utilizada.

O fato é: a Humanidade precisa aprender a viver em harmonia com a natureza. Governantes e população devem se unir para que os impactos negativos acumulados até hoje sejam revertidos.

Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos naturais e a perda constante de biodiversidade poderão promover o desaparecimento de várias espécies e podem comprometer, inclusive, nossa sobrevivência.

Fonte: http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2017-06/historia-hoje-dia-mundial-do-meio-ambiente-foi-instituido-pela-onu-em-1972
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Notícias
Fepam realiza capacitação técnica sobre licenciamento ambiental nas atividades de mineração


A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) realizou, nesta quinta-feira (18), um curso de capacitação técnica para alguns municípios conveniados para o Licenciamento Ambiental Pleno. Nesta edição, o evento teve como objetivo apresentar as atualizações do setor de acordo com a Resolução CONSEMA nº 347/2017, que trata sobre o licenciamento para as atividades de mineração. "Esta medida modifica o enquadramento para fins de licenciamento ambiental dos empreendimentos de minerários do Estado. Logo, é importante apresentar esta mudança aos municípios e orientá-los sobre as novas práticas do setor", afirmou Andrea Garcia Oliveira, chefe da Divisão de Mineração da Fepam.

Participaram da capacitação representantes dos municípios de Bagé, Canoas, Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, São Leopoldo, Santa Maria, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Santana do Livramento, Santa Rosa, Sapucaia do Sul e Uruguaiana.

Qualificação

O objetivo destas capacitações é qualificar e orientar os secretários e técnicos municipais para o efetivo cumprimento da cláusula que trata das obrigações, nos Convênios de Delegação de Competência para Licenciamento Ambiental, visando a cooperação técnica e administrativa nas atribuições de licenciamento, fiscalização e controle ambientais a fim de promover a conscientização pública na proteção, recuperação e melhoria da qualidade ambiental no estado.




Fonte: http://www.fepam.rs.gov.br/noticias/noticia_detalhe_net.asp?id=14624
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Notícias
Poluição ameaça local de nascimento de Buda e obriga monges a meditar de máscara
O local onde teria nascido Buda (Sidarta Gautama, fundador do budismo) no Nepal está ameaçado por causa da poluição, alertam autoridades e cientistas.
Dados recentes coletados por estações de monitoramento da qualidade do ar em cinco lugares do país mostram que Lumbini é altamente poluído.
Os alertas ocorrem em meio à expansão industrial perto do local sagrado.
Em janeiro, o índice de poluição atmosférica em Lumbini, no sudoeste do Nepal, era de 173.035 microgramas por metro cúbico.
O nível considerado seguro pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 25 microgramas por metro cúbico. Já o padrão nacional estabelecido pelo governo do Nepal é de 40.
Turistas e monges dizem que têm dificuldade para respirar no local.
O monge Vivekananda, responsável por um centro de meditação internacional em Lumbini, é um dos que reclamam: diz que sofre com a tosse e precisa usar máscaras enquanto medita perto do templo de Mayadevi, construído exatamente no local onde Buda teria nascido.
"Recebemos em nosso centro de meditação pessoas que sofrem de asma, e o estado de saúde delas piorou consideravelmente durante a estadia em Lumbini", explica.
"Em pelo menos três casos, (visitantes) tiveram de antecipar a volta para casa por causa dos altos níveis de poluição."
Outro estudo conduzido pela UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e a Unesco (braço da ONU para a cultura) revelou que a poluição também está ameaçando o Patrimônio da Humanidade de Lumbini.
"A expansão das indústrias emissoras de gás carbônico dentro da zona protegida de Lumbini vem causando vários problemas, como ameaças à biodiversidade e riscos para a saúde aos moradores, sítios arqueológicos, e valores culturais e sociais", diz o estudo.
Uma pesquisa realizada em três monumentos de Lumbini concluiu que o jardim sagrado – um dos principais cartões-postais do local – estava poluído por componentes sólidos e gasosos dispersos no ar.
"Nas amostras colhidas no pilar de Ashoka (construído em 249 a.C. pelo imperador Ashoka para marcar o local de nascimento de Buda), gipsita, calcita, dolomita e magnesita estão presentes na forma de uma poeira fina na superfície", diz levantamento realizado pelo arqueólogo italiano Constantino Meucci, da Universidade de Roma.
"Todos os componentes são resultado do ciclo de produção de cimento", acrescentou.
Muitas dessas fábricas estão dentro dos limites da Zona de Proteção de Lumbini, algo que os ambientalistas dizem se tratar de uma violação das regulações do governo.
"Quando o vento traz mais poluição, vemos muitos monges meditando aqui usando máscaras", diz Shankar Gautam, que acabou de se aposentar depois de trabalhar por 30 anos como funcionário da saúde pública.
"Estudos mostram que nos últimos dez anos o número de pessoas com doenças pulmonares aumentou. A poeira que vem para cá também gerou uma explosão de casos de doenças de pele", agregou.
Importante ponto de peregrinação para os budistas, Lumbini atrai muitos turistas.
No ano passado, a localidade recebeu 1 milhão de visitantes e autoridades planejam transformá-lo em um grande destino turístico internacional.
O governo do Nepal diz estar ciente do problema.
"Sabemos que Lumbini é mais poluído do que Katmandu (capital do Nepal)", diz Shankar Poudel, chefe da divisão de medição de poluição atmosférica no Ministério do Meio Ambiente.
"Planejamos detectar as fontes da poluição usando um drone em um futuro próximo e esperamos que isso ajude a minimizar o problema".
Reportagem: Navin Singh Khadka, da BBC: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39878700
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Notícias
Órgão Internacional da Aviação adota novo padrão para emissões de CO2 por aviões
A Organização Internacional da Aviação Civil (Icao), acaba de adotar um novo padrão para emissões de dióxido de carbono (CO2) por aeronaves. O objetivo é reduzir os impactos no clima global das emissões de gases de efeito estufa geradas pelos aviões.

Este é o primeiro padrão de certificação global sobre emissões de CO2 do setor industrial. A novidade será aplicada para novos designs de jatos e aviões planejados a partir de 2020 e para aparelhos que já estarão em produção a partir de 2023.

Futuro sustentável

As aeronaves que não estiverem no novo padrão até 2028 não poderão ser produzidas, a não ser que seus designs sejam modificados de acordo com as novas regras.

O presidente do Conselho da Icao, Olumuyiwa Aliu, afirma que "mais uma vez, a aviação civil internacional tomou uma decisão pioneira para diminuir os impactos do setor no clima global".
Ele diz que esta é mais uma prova "da liderança do setor para garantir o futuro sustentável da aviação".

Já o secretário-geral da Icao, Fang Liu, acredita que “a decisão histórica coloca o setor de transportes aéreos numa boa posição para um futuro mais verde".

Edição: Augusto Queiroz
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao/noticia/2017-03/orgao-internacional-da-aviacao-civil-adota-novo-padrao-para
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Gestão para a Sustentabilidade
Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil
Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil

Nos últimos quatro anos, a ABNT desenvolveu o projeto “Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil”, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo principal do projeto foi dar apoio técnico às PME para elaborarem inventários de emissões e identificarem oportunidades de melhorias de seus processos, além da ABNT obter sua acreditação como um organismo verificador de inventários corporativos, em conformidade com normas e protocolos internacionalmente aceitos. Até hoje, as iniciativas voluntárias de GEE no Brasil tinham envolvido apenas empresas de grande porte. Pela primeira vez foram disponibilizados recursos para auxiliar as PME na capacitação de pessoal e na implementação de um sistema de gestão de GEE.

O projeto contou com a participação de importantes instituições como ABDI, BNDES, CNI, FIESP, FINEP, FIRJAN, INMETRO, MMA, SEBRAE e UERJ no seu comitê gestor e de grandes empresas, como ArcelorMittal, Braskem e Odebrecht, que têm nesta importante iniciativa um forte alinhamento com suas estratégias relacionadas a mudanças climáticas.

O projeto capacitou profissionais que trabalham com as PME na realização de seus inventários de emissões e várias instituições importantes como o INMETRO, INEA e SENAI. A capacitação englobou as normas da série ABNT NBR ISO 14064 e protocolos de GEE, com foco no Programa Brasileiro GHG Protocol. Pela primeira vez no Brasil, foram capacitados verificadores líderes em inventários de emissões de GEE.

Também realizamos seminários em todo o Brasil, com o objetivo de sensibilizar as empresas a participarem ativamente do projeto, elaborando seus inventários de GEE e projetos de redução de emissões. Outra externalidade positiva foi o desenvolvimento de dois Guias Metodológicos para auxiliar as empresas, um direcionado à elaboração dos seus inventários de GEE, e outro à realização de ações de redução de emissões, conjuntamente com ações de melhoria no processo e na gestão da organização, visando à redução de seus custos operacionais através da otimização de processos e da redução do consumo de energia.


Com as parcerias de importantes instituições como IST Ambiental, do grupo FIRJAN, a PROAMB, bem como das empresas All Gás e AMBIO para auxiliar as empresas na elaboração dos seus inventários de GEE, e o convênio realizado com o Carbon Discosure Project – CDP, foi possível alcançar a meta de 203 empresas assistidas pelo projeto na elaboração do inventário corporativo de emissões de GEE.

Munidas de melhores ferramentas, como os guias metodológicos e estudos de caso desenvolvidos, e capacidades, com os treinamentos ministrados pelo projeto, as PME conseguem buscar uma transição mais eficiente e novos mecanismos para a busca de uma economia de baixo carbono.


O cenário econômico no Brasil e mundial é um fator crítico, demonstrando a fragilidade desse tema perante fatores econômicos externos. Entretanto, em 2015, o novo Acordo de Paris, e o maior engajamento de países como Estados Unidos e China, deram um novo enfoque no tema. O Brasil, como um dos líderes dos países em desenvolvimento nos fóruns e estabelecendo metas de redução, mostra um fortalecimento da sua política nacional e convoca a participação mais ativa das empresas, principalmente com a elaboração de inventários e projetos de mitigação. A ABNT e o BID acreditam que este projeto contribuirá para fortalecer a liderança do Brasil em ações contra a mudança climática e modernização das empresas.


No final do projeto foram realizados seminários de transferência do conhecimento gerado no projeto com o Instituto Nacional de Normalização (INN) no Chile, a Indecopi no Peru, o BID em Washington, o Ministério de Meio Ambiente e o BID no Panamá e o Ministério de Meio Ambiente e o Icontec, na Colômbia. Foi também elaborado um estudo prospectivo sobre o comportamento dos países e das empresas em relação às mudanças climáticas na América Latina. Para a ABNT, este tipo de projeto deve servir de exemplo e base para o desenvolvimento de ações voltadas para o fortalecimento da consciência sustentável do País.


Com a acreditação da ABNT como Organismo de Verificação (OVV) de Inventários de GEE no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, colocamos à disposição das empresas de todos os setores e portes, mais um serviço com a marca de excelência ABNT.



*Todo o material elaborado no projeto está disponibilizado no portal

www.abntonline.com.br/sustentabilidade
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Gestão para a Sustentabilidade
Estudantes desenvolvem recursos digitais em favor do meio ambiente
Projetos do desafio por equipe Soluções Sustentáveis em TI, na Olimpíada do Conhecimento, é direcionado a consumidores ou empresas.

Um sistema de controle de energia para residências, um aplicativo que gerencia a destinação de descartes eletrônicos e outro que mapeia os pontos de coleta de lixo, ou ainda um software que transforma o resto de construções civis em crédito de carbono, que pode usado como pagamento de serviços.

A criatividade não tem limites na turma que disputa o desafio por equipes na modalidade Soluções Sustentáveis em TI. Desde a última quinta-feira (10), estudantes de Tecnologia da Informação de Santa Catarina, Alagoas, Paraná, Roraima e Rio de Janeiro estão debruçados em seus projetos, aguardando a decisão que acontece hoje no último dia da Olimpíada do Conhecimento.

Nesta prova, as equipes têm que apresentar soluções digitais inéditas com foco em sustentabilidade social, econômica e ambiental. O projeto pode ser direcionado a consumidores ou empresas e os participantes devem ter pelo menos um representante das profissões Soluções de Software para Negócios, Web Design e Gestão de Sistemas de Redes TI.

A gestão do negócio inclui, inclusive, um orçamento limite de R$ 35 mil, que foi suficiente para os estudantes de Cuiabá (MT) desenvolverem um sistema de automação residencial de baixo custo. Um dos integrantes do time, Júlio Vaz, de 19 anos, explica que o dinheiro foi usado para desenvolvimento do software, componentes e até para a construção de uma maquete da residência beneficiada pelo sistema.

“O controle é todo feito através de um smartphone ou tablet, que é capaz de ligar e desligar, à distância, as lâmpadas, tomadas, portão eletrônico, eletrodomésticos”, explica Vaz.

A expectativa do estudante e dos outros três colegas de grupo é a prova final. Para que o sistema funcione, a única exigência é o acesso à Internet como explica Leonardo Pacheco, 20 anos, outro integrante da equipe mato-grossense.

Há outras obrigatoriedades previstas no regulamento. No local de competição, os estudantes têm que estruturar uma rede física e wireless, com segurança de rede implementada, para acesso pelo usuário a partir de estações de trabalho, smartphones e tablets.

Além disso, o aplicativo desenvolvido será acessível para sistemas iOS e Android e ainda ser disponível para download na Internet. Ele ainda deve possibilitar que o usuário preencha um formulário e, com base nos dados, a ferramenta informe a estrutura de desenvolvimento e suporte à solução.

Jogos virtuais
No mesmo espaço onde acontece a competição por equipe, os desafios individuais também atraem muito o público, como o de Soluções em Software, onde seis estudantes elaboraram, em uma hora, um jogo com base em banco de dados e parâmetros, utilizando softwares ou aplicativos voltados para desenvolvimento em net ou java.

Após o fim da prova, os participantes tiveram alguns segundos para explicar seus jogos e a escolha ficou para o público, através do sistema Televoto. O vencedor veio do Paraná: Gustavo Cavalcanti, que desenvolveu um game semelhante ao “Asteróides”, onde uma nave dispara laser para destruir os objetos, mudando de fase na medida em que os desintegra. Em segundo lugar ficou Gabriel Vasconcellos, de Santa Catarina, e em terceiro, João Vítor, de Alagoas.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/especial-publicitario/senai/olimpiada-do-conhecimento/2016/noticia/2016/11/estudantes-desenvolvem-recursos-digitais-em-favor-do-meio-ambiente.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar
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Notícias
Nove em cada dez pessoas respiram ar poluído, diz OMS
Organização Mundial da Saúde classifica problema como emergência de saúde pública.

Organização Mundial da Saúde afirma que problema é responsável por mais de 6 milhões de mortes ao ano. Situação é mais grave em países pobres.


Um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde nesta terça-feira (27/09) revela que 92% da população mundial vive em áreas onde a qualidade do ar excede os limites estabelecidos pela entidade.

Segundo a OMS, uma em cada nove mortes no mundo está relacionada ao ar excessivamente poluído em ambientes fechados ou abertos - o que contribui para derrames, problemas cardiovasculares e câncer de pulmão, entre outras doenças.


A poluição atmosférica é responsável por cerca de 3 milhões de mortes por ano. "E a poluição em ambientes fechados pode ser tão mortal quanto", diz a OMS em comunicado. Em 2012, estima-se que 6,5 milhões de mortes (11,6% do total de mortes no mundo) tenham sido associadas aos dois tipos de poluição.

O nível de partículas finas - com diâmetro menor que 2,5 micrometros - considerado aceitável pela OMS é de 10 microgramas por metro cúbico. Essas partículas incluem poluentes como sulfato, nitratos e carbono.

Alerta para países pobres

O novo modelo de qualidade de ar desenvolvido pela OMS em parceria com a Universidade de Bath, no Reino Unido, foi feito com base em dados de satélites e estações de monitoramento em solo em mais de 3 mil localidades, tanto rurais quanto urbanas.

Quase 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, e dois terços, em regiões do Sudeste Asiático e do oeste do Pacífico. O Turcomenistão tem a taxa mais alta de mortes per capita devido à poluição atmosférica, segundo a classificação da OMS, seguido por Tajiquistão, Uzbequistão, Afeganistão, Egito e China.

"Há duas coisas acontecendo. Uma é que os países ricos estão ficando melhores em termos de elevar a qualidade do ar. A outra é que os países mais pobres estão ficando piores. Essa é uma tendência geral", afirma Carlos Dora, coordenador de fatores ambientais e sociais para a saúde da OMS.

Emergência de saúde pública

O especialista aponta que a situação é melhor nos EUA do que na Europa devido à maior dependência dos europeus ao diesel e a políticas agrícolas que geram mais amônia e metano.

Ele também afirma não haver evidências de que máscaras como as usadas sobre o rosto em muitas partes da Ásia ajudem a reduzir a exposição a partículas finas.

Segundo Dora, apesar de aparecer em sexto lugar no ranking de maior número de mortes per capita relacionado à poluição atmosférica, o país está fazendo um uma "quantidade incrível de coisas" para lutar contra o problema, como carros não poluentes. Mas usinas térmicas movidas a carvão, a queima doméstica de carvão e madeira para produzir energia e o transporte continuam sendo grandes geradores de poluição no país, disse o especialista.

A poluição do ar afeta praticamente todos os países do mundo. "É uma emergência de saúde pública", afirma Maria Neira, chefe do departamento de saúde pública e meio ambiente da OMS, afirmando que é preciso agir rápido contra o problema. Ela apelou para que governos reduzam o número de veículos nas ruas, melhorem o manejo do lixo e promovam combustíveis limpos para cozinhar.

Fonte: Climatempo
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Notícias
Dados de emissões de poluentes serão públicos
MMA e Ibama trabalham na implementação de sistema nacional para dar transparência às informações sobre emissões e transferência de poluentes.

RAFAELA RIBEIRO

O Brasil está empenhado em implementar o Registro de Emissão e Transferência de Poluentes (RETP), um sistema de âmbito nacional, cujo objetivo é tornar público dados de emissões e transferências de poluentes que podem causar danos à saúde e ao meio ambiente. Esse sistema é internacionalmente conhecido como PRTR (do inglês Pollutant Release and Transfer Register).

O projeto brasileiro é conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que firmaram acordo de cooperação técnica para dar transparência aos dados do País.

“O RETP vai atender ao princípio 10 da Declaração da Rio+20, que trata do direito ao acesso à informação, participação e justiça em assuntos ambientais, além de atender às Convenções de Estocolmo e Minamata”, explica a gerente de Resíduos Perigosos do MMA, Sabrina Andrade. “Há pelo menos 40 programas estabelecidos ou em vias de se consolidar no mundo todo”, conta.

Países como Estados Unidos, Japão, Noruega, Espanha, México e Chile já disponibilizam as informações.

DIVULGAÇÃO

No Brasil, o RETP encontra-se na fase de análise das normatizações específicas. No entanto, dirigentes de unidades potencialmente declarantes já podem se informar sobre o tema. Para isso, o MMA disponibiliza o Manual do Declarante. O documento foi elaborado para auxiliar no entendimento dos requerimentos para a declaração RETP e estabelecer a necessidade de reporte pela unidade.

“É muito importante que as empresas se mantenham atentas aos informes do RETP nos sítios do MMA e do IBAMA, onde constam também referências e manuais operacionais, sugere Sabrina Andrade.

O manual fornece uma visão geral dos critérios para reporte de todas as substâncias RETP e informação sobre materiais adiciona¬is específicos para determinados setores produtivos, atividades e substâncias.

A declaração dos dados será feita na janela única do Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP) do Cadastro Técnico Federal (CTF). A divulgação dos dados do RETP será gradual, tendo início pela coleta e tratamento dos dados declarados pelas empresas de grande porte, conforme enquadramento do CTF/IBAMA.



Acesse aqui o manual do declarante do RETP: http://www.mma.gov.br/images/noticias_arquivos/pdf/retpbrasil.pdf
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227


Fonte: http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&id=1776
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Feiras e Eventos
Associadas fazem “imersão” em encontro do GT de Sustentabilidade

Associadas da RS Óleo & Gás fazem “imersão” em encontro do GT de Sustentabilidade


Realizado no último sábado (09/jul), evento abordou temas essenciais para as empresas que desejam se tornar mais competitivas sem abrir mão de uma cultura sustentável.

No último sábado (09/jul), a RS Óleo, Gás & Energia (RS OGE) reuniu os associados para uma verdadeira imersão no campo da sustentabilidade. Das 08h30 até as 16h, os participantes do evento tiveram a oportunidade de conhecer e se aprofundar nas ferramentas e nos conhecimentos essenciais para fomentar a cultura sustentável e colocá-la a serviço da qualidade em suas empresas.

O encontro abordou desde temas de interesse geral, como a gestão de resíduos sólidos e efluentes, até o processo e os requisitos necessários para a conquista do selo “Rumo à Sustentabilidade”, outorgado pela RS OGE às empresas associadas que se destacam nesse quesito. No total, a pauta englobou seis grandes tópicos:

• Como conquistar o selo “Rumo à Sustentabilidade”
• Eficiência energética e redução de custos
• Resíduos sólidos e efluentes
• Ação social
• Emissões atmosféricas
• Legislação, normas e certificações

Segundo Caroline Zanoni, coordenadora do GT de Sustentabilidade da RS OGE, o encontro mostrou que, com algumas ações simples e viáveis, as empresas podem reduzir cursos e conquistar melhores níveis de competitividade perante os mercados em que atuam. “Essas empresas serão um exemplo de um projeto que está recém começando. Nosso objetivo é ter cada vez mais adesões entre os associados”, garante Caroline.

O próximo encontro do GT de Sustentabilidade está agendado para o dia 21 de julho. Os temas abordados serão segurança do trabalho, inovação e criatividade.



Fonte: http://www.rsoleoegas.com.br/noticias/detalhes.php?ID=201
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Gestão para a Sustentabilidade
Educação Ambiental: Mudanças Climáticas
GRUPO DE PESQUISA EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS (GPMC)

O GPMC do INPE tem como objetivo o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao tema mudanças climáticas, incluindo estudos observacionais para caracterizar o clima presente e sua variabilidade em longo prazo, assim como estudos de projeções de cenários climáticos futuros para caracterizar o clima no que resta do Século XXI para vários cenários de emissões de gases de efeito estufa. Entre os membros há pesquisadores que trabalham nas áreas de mudanças do clima, análises de vulnerabilidade, estudos de impactos e adaptação, de instituições do calibre da Universidade de São Paulo-IAG (www.iag.usp.br), da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável (www.fbds.org.br), com colaborações de instituições do Governo Federal como EMBRAPA, INMET, FIOCRUZ, ANA, ANEEL, ONS, COPPE-UFRJ entre outras, assim como os centros estaduais de meteorologia, universidades, o FBMC (Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas) e a Sociedade Civil Organizada. O grupo também trabalha em conjunto com o Programa Nacional de Mudanças Climáticas do Brasil do Ministério da Ciência e Tecnologia , com a Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade do Ar do Ministério do Meio Ambiente, com a Rede Clima, e com o Programa de Mudanças Climáticas Globais da FAPESP, assim como com programas nacionais de alguns países da América do Sul. O trabalho que está sendo desenvolvido pretende fornecer informações e projeções climáticas para serem divulgadas e disponibilizadas pelos grupos de pesquisa climática e aplicada, assim como apoiar os tomadores de decisão na formulação de políticas sobre o impacto das mudanças climáticas, a vulnerabilidade e as medidas de adaptação. Além disso, consolidar uma rede de pesquisadores Nacionais e Internacionais, na procura de uma permanente cooperação entre os produtos da pesquisa científica e o processo de formulação e tomada de decisões.

Pensando na educação ambiental o site oferece jogos onde as crianças podem aprender um pouco mais sobre mudanças climáticas: http://mudancasclimaticas.cptec.inpe.br/abc/index.html
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Notícias
Fepam dá prazo para laboratórios se ajustarem a requisitos do Inmetro


A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) publicou portaria estabelecendo prazo de dois anos para os laboratórios que realizam análises ambientais e amostragem no Estado se ajustem aos requisitos e técnicos exigidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO). Ao final deste prazo, os laboratórios somente poderão emitir laudos para uso em processos de licenciamento ambiental se tiverem o reconhecimento formal de que operam com sistema de qualidade tecnicamente competente, segundo critérios e normas internacionais, conforme prevê a ABNT NBR ISO/IEC 17025.

O objetivo da medida, assinada pela diretora-presidente da Fepam, Ana Pellini, é conferir maior segurança aos resultados de análises técnicas emitidos pelos laboratórios e que subsidiam procedimentos e decisões, além de fundamentarem exigências estabelecidas nos licenciamentos de atividades pelo órgão ambiental.

As exigências de certificação serão aplicadas a atividades de amostragem e análise referente a água subterrânea em poço de monitoramento, água para consumo humano, água bruta em poço tubular, água superficial, efluentes líquidos, resíduos sólidos, solo e sedimentos e emissões atmosféricas.

A portaria reduz, entretanto, para um ano o prazo, em virtude do alto potencial poluidor, para os laudos de análises das atividades de aterros industriais e centrais de recebimento de resíduos e efluentes.


Clique aqui para ver a íntegra da portaria: http://www.fepam.rs.gov.br/legislacao/arq/Portaria037-2016.pdf

Fonte: FEPAM / SEMA
Fone: (51) 32888114 / 8115
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Notícias
Rio Grande ganhará fábrica de combustível de biomassa renovável
A empresa Energy America Brazil Wood Resources Ltda confirmou o investimento de R$ 159 milhões para instalação de uma fábrica de pellets (combustível de biomassa renovável) no Distrito Industrial de Rio Grande. O projeto industrial observará três etapas, conforme consta da carta de intenções entregue ao secretário do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, pelo empresário Alan Peters, diretor presidente da empresa que faz parte de um conglomerado com sede nos Estados Unidos.
Na primeira fase, com um investimento de R$ 24 milhões serão produzidas 70 mil toneladas/ano de pellets para exportação. A segunda fase prevê produção e exportação de cavacos de madeira à granel. A fabricação nesta etapa será de 400 mil toneladas/ano. A terceira fase do projeto contempla a produção de mais 350 mil toneladas/ano e destinação de pellets para o mercado externo. O projeto industrial das fases dois e três que será completado em um prazo de cinco anos, demandará mais R$ 135 milhões em investimentos. Ao final do quinto ano, serão 157 empregos gerados na fábrica.
Ao receber os documentos do projeto, o secretário Fábio Branco, destacou a importância da cadeia produtiva e do investimento que irá agregar valor à madeira produzida no Rio Grande do Sul. O pellets é um combustível granulado fabricado a partir de diversos tipos de biomassa renovável. A matéria prima para produzir pellets virá do eucalipto, pinus e acácia de florestas cultivadas na região sul do estado. A indústria absorverá, também, resíduos de madeireiras em atividade. O mercado europeu, onde 37% da energia consumida é gerada a partir do carvão mineral, busca substituir esta fonte, que gera impacto no efeito estufa, pela biomassa com elevado poder calorífico.
A Energy América Brazil Wood instalará a unidade industrial de fabricação de pellets em uma área de 261.212,73 m² no Distrito Industrial de Rio Grande – DIRG. O porto de Rio Grande projeta um terminal para uso exclusivo de produtos de base florestal, inclusive celulose. Dados da superintendência do porto indicam que, de janeiro a abril deste ano, a exportação de celulose já movimentou mais de 910 mil toneladas. Para o secretário Fábio Branco, tanto o terminal portuário como a logística de transporte deverá contemplar a integração de todos os modais para o projeto de exportação estimado na fase inicial de 70 mil toneladas/ano.


Texto: Ascom Sdect
Edição: Denise Camargo/Secom


Fonte: http://www.rs.gov.br/conteudo/239323/fabrica-de-pellets-vai-investir-r-159-milhoes-em-rio-grande#.Vz30v-oz0GU.facebook
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Gestão para a Sustentabilidade
Rezler Chavetas - Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa 2015



Em 2016 a empresa Rezler Chavetas lança seu terceiro Inventário de Gases de Efeito Estufa, reforçando o compromisso com o tema das mudanças climáticas.

O inventário apresenta os resultados de emissões de gases de efeito estufa das operações da empresa durante o ano de 2015 e segue os padrões internacionais desenvolvidos pela Internacional Organization for Standardization (ISO) contemplando todas as Emissões Diretas (Escopo 1), Emissões Indiretas por Consumo de Energia (Escopo 2) e Emissões Indiretas por outras Fontes (Escopo 3).

Desde 2013 a diretoria da empresa em conjunto com uma equipe externa, assumiu a responsabilidade de elaborar o inventário de emissões de gases de efeito estufa – GEE. Além de uma prestação de contas aberta aos integrantes do Programa GHG Protocol, aos clientes, parceiros de negócios, órgãos ambientais e à própria sociedade, o inventário de GEE significa a afirmação do compromisso da Rezler com a responsabilidade socioambiental e com seus valores mais preciosos como a transparência de informações, a excelência, a integridade, o pioneirismo e o bem estar das pessoas.

A Rezler Chavetas é uma das maiores fabricantes de chavetas do Brasil. Instalada em Caxias do Sul, RS, em 1972, possui colaboradores qualificados e em constante reciclagem, além de máquinas e equipamentos de última geração, dedicados a atender a excelência na produção de chavetas.

Com eficaz sistema de qualidade, foi a primeira indústria do setor a ter seu processo de fabricação certificado sob a norma ISO 9001, em 1998. Visando a qualidade e o melhor atendimento às necessidades dos clientes oferece, além de chavetas, produtos para montagem e reposição da linha agrícola.

A Rezler divulga seu inventário diretamente em seu site: www.rezler.com.br
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All Gas recebe visita técnica dos Futuros Engenheiros do IFRS - Farroupilha


Na última segunda-feira a tarde, dia 16 de Maio recebemos na All Gas os futuros Engenheiros Mecânicos e de Controle de Automação do Instituto Federal IFRS Campus Farroupilha.

Os alunos cursam a disciplina de Gestão Ambiental com a Professora Me. Pâmela Perini e tiveram a oportunidade de conhecer os equipamentos de amostragens de emissões e principais metodologias utilizadas.


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Futuros Engenheiros Ambientais da Universidade de Caxias do Sul - UCS





Na última terça-feira a tarde, dia 10 de Maio recebemos na All Gas os futuros Engenheiros Ambientais da Universidade de Caxias do Sul UCS.

Os alunos cursam a disciplina de Controle de Poluição Atmosférica com o Professor Dr. Marcelo Godinho e tiveram a oportunidade de conhecer os equipamentos de amostragens de emissões e principais metodologias utilizadas.
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Feiras e Eventos
Comemoração All Gas
Hoje a All Gas está comemorando o terceiro ano da Gabriela Cavion na empresa.

Por mais verdadeiras e bonitas que possam ser as palavras usadas neste momento, nunca serão suficientes para representar o nosso agradecimento e nossa admiração pela pessoa e pela profissional que você representa.

Gabriela hoje é Coordenadora Técnica do Laboratório All Gas, responsável pela realização de amostragens e análises de poluentes atmosféricos, treinamentos de pessoal para execução dos procedimentos laboratoriais e de campo e atua na implantação de novas metodologias de amostragem de emissões atmosféricas.
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Notícias
Cidade do México está novamente em alerta por contaminação
Autoridades da Cidade do México lançaram um novo alerta de poluição do ar nesta segunda-feira, que significa que 40% dos veículos não poderão circular na terça e que as indústrias deverão reduzir entre 30% e 40% as emissões na atmosfera.

A poluição na megalópole de mais de 20 milhões de habitantes piorou em março, levando as autoridades a lançarem os primeiros alertas em uma década e a imporem restrições no tráfico.

As regras tiraram de circulação 20% dos carros diariamente, mas o novo alerta vai dobrar essa taxa na terça-feira.

Nesta segunda-feira, a "estabilidade atmosférica com vento fraco e dispersão escassa dos contaminantes" fizeram com que a capital tenha uma concentração de ozônio de 161 pontos - acima do limite de 150 -, especialmente alta no centro e no sul da cidade, informou a secretaria do Meio Ambiente (SEMARNAT) em um comunicado.

Além disso, nas horas de maior contaminação (entre 13h e 19h local), o governo recomenda que crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios e cardiovasculares permaneçam no interior de imóveis, e que a população em geral se abstenha de praticar esportes.

Na capital mexicana e na sua zona metropolitana circulam diariamente cerca de 5,5 milhões de veículos. Só em 2010, a contaminação ambiental causou a morte de 20.500 pessoas em todo o México, segundo o último Informe Nacional de Qualidade do Ar de 2013.

Por outro lado, três empresas americanas (Becton Dickinson, Owens Corning e Enthone Omi), uma subsidiária canadense e uma mexicana foram sancionadas por "diversas irregularidades" detectadas em visitas de inspeção e depois de que se negassem a serem inspecionadas na contingência ambiental de março, informou a Procuradoria Federal de Proteção ao Ambiente.

Fonte: http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2016/05/cidade-do-mexico-esta-novamente-em-alerta-por-contaminacao-5792043.html
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CCJ do Senado aprova proposta que pode acabar com licenciamento ambiental
PEC estabelece extinção da análise de viabilidade dos empreendimentos a partir dos seus impactos socioambientais

Em meio ao terremoto político que toma conta de Brasília, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, sem alarde, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que simplesmente rasga a legislação ambiental aplicada em processos de licenciamento de obras públicas.

A PEC 65, proposta em 2012 pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO) e relatada atualmente pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), estabelece que, a partir da simples apresentação de um Estudo Impacto Ambiental (EIA) pelo empreendedor, nenhuma obra poderá mais ser suspensa ou cancelada. Na prática, isso significa que o processo de licenciamento ambiental, que analisa se um empreendimento é viável ou não a partir dos impactos socioambientais que pode gerar, deixa de existir.

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Em um documento de apenas três páginas, os parlamentares informam que "a proposta inova o ordenamento jurídico", por não permitir "a suspensão de obra ou o seu cancelamento após a apresentação do estudo prévio de impacto ambiental (EIA), exceto por fatos supervenientes". A mudança, sustentam os parlamentares, "tem por objetivo garantir a celeridade e a economia de recursos em obras públicas sujeitas ao licenciamento ambiental, ao impossibilitar a suspensão ou cancelamento de sua execução após a concessão da licença".

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/ccj-do-senado-aprova-proposta-que-pode-acabar-com-licenciamento-ambiental-5788258.html
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Prefeitura de Joinville investe em modernização energética
O programa de modernização energética implantado pela Prefeitura de Joinville gera uma economia de pelo menos R$ 1 milhão ao ano para os cofres públicos. A ação envolve a substituição de luminárias de alta potência por lâmpadas tipo LED na rede pública e nos semáforos.

Até fevereiro, a Secretaria de Infraestrutura Urbana havia contabilizado 1.850 pontos contemplados com a modernização. O trabalho é realizado em 110 ruas da cidade, com redução de carga instalada de 50%, que representa uma economia de mais de R$ 400 mil ao ano em energia elétrica.

“Uma das grandes vantagens desses equipamentos é a cor branca da iluminação, que garante maior visibilidade e segurança, com menos energia consumida e maior vida útil”, comenta o gerente da Unidade de Transportes e Vias Públicas da Seinfra, Glaucus Folster.

Glaucus explica que os trabalhos de modernização com esta tecnologia estão sendo direcionados principalmente para a área central do município, expandindo para os bairros em vias de ligação com grande fluxo de veículos e pedestres no período noturno.

Semáforos

Segundo o Departamento de Trânsito (Detrans), a substituição de cinco mil lâmpadas incandescentes dos semáforos de Joinville por lâmpadas com tecnologia LED vai proporcionar uma economia superior a R$ 500 mil por ano.

Essa ação ocorre por intermédio do convênio firmado entre o Detrans, Celesc e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), dentro do Programa de Eficiência Energética (PEE). De acordo com o Detrans, Joinville conta atualmente com 161 conjuntos semafóricos.

Destes, 23 já contam com tecnologia LED – são considerados eficientizados. Os demais passam por processo gradativo de implantação da nova tecnologia, reduzindo o consumo em até 90% e proporcionando uma economia considerável.

“Os recursos economizados serão superiores a R$ 500 mil por ano”, informa o gerente de Operacional do Detrans, Samuel Luiz Bernardes Gomes. O gasto médio com a energia elétrica dos semáforos em Joinville chega a R$ 80 mil por mês, cerca de R$ 960 mil por ano, segundo o Detrans.

Lâmpadas LED

LED – do inglês Light Emitting Diode (Diodo Emissor de Luz) – é um semicondutor que emite luz quando percorrido por uma corrente elétrica.

A cor da luz emitida pode ser branca, branco comercial, amarela ou qualquer cor do espectro de cores. Em termos de capacidade e qualidade de iluminação, as luzes de LED são similares às incandescentes, porém utilizam dez vezes menos energia para isso. Com a sua utilização, a economia na conta pode chegar a 90%.

As lâmpadas de LED também se destacam por sua durabilidade. Sua vida útil média é de 40.000 horas. Isso significa que uma lâmpada LED pode ficar mais de quatro anos e meio acesa de forma ininterrupta.

Fonte: Procel Info com informações da assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Joinville
https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/04/prefeitura-de-joinville-investe-em-modernizacao-energetica/28605
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Renováveis podem sofrer com mudanças climáticas
Da Agência Ambiente Energia – Um estudo divulgado recentemente indica que as atuais mudanças climáticas podem afetar diretamente a geração de energia renovável através de fonte solar, eólica ou de biomassa, além da geração hidrelétrica, que sofrerá pela menor vazão dos rios. Coordenado pelos climatologistas Carlos Nobre e José Marengo e elaborado por Roberto Schaeffer, especialista em energia da Coppe/UFRJ, em parceria com a Embaixada do Reino Unido, o trabalho intitulado “Riscos de mudanças climáticas no Brasil e limites à adaptação” elaborou análise de impactos em agricultura, biodiversidade, energia e saúde no Brasil sob cenários de aumento de temperatura em mais de 4ºC.

O estudo aponta que, com o aumento da temperatura, o déficit no atendimento da demanda de energia elétrica nacional será inevitável, assim como a própria demanda tende a crescer pela maior necessidade do uso de ar condicionado e demais aparelhos de refrigeração.

Schaeffer analisa que o planejamento energético atual é elaborado com base na ideia de que o clima é estacionário, o que não é verdade. No que se refere aos impactos das mudanças climáticas sobre fontes renováveis, o estudo esclarece que temperaturas extremas podem alterar o padrão dos ventos, afetando a geração eólica, aumentar a concentração de nuvens, afetando a geração solar, e também impactar diretamente a produção de cana, afetando a geração de bioenergia.


Este quadro, ainda, esconde a possibilidade de um ciclo vicioso: “Se o Brasil recorrer mais a fontes renováveis pode ficar mais vulnerável e, para se proteger, voltar-se mais às fontes fósseis [grandes agentes da mudança climática]”, alertou o especialista, que espera que o estudo incentive medidas imediatas para solução do problema.

Fonte: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/04/renovaveis-podem-sofrer-com-mudancas-climaticas/28613
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Caminhão destinado a produtos químicos é flagrado transportando óleo de soja
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) autuou um condutor e a empresa proprietária de um caminhão carregado com óleo de soja, em desacordo com a legislação em vigor. O fato aconteceu na manhã desta quarta-feira, 20, no quilômetro 424 da BR-386, em Montenegro.

Durante uma fiscalização de rotina os policiais abordaram um caminhão, com placas de Montenegro, transportando aproximadamente 28,7 toneladas de óleo de soja. Ao realizarem averiguações, foi constatado que o veículo havia sido utilizado para transportar produtos químicos, considerados perigosos.

O motorista alegou desconhecer que o tanque era destinado a esse fim. A carga, cujo destino era uma grande fábrica de ração animal em Montenegro, foi condenada pelo Ministério da Agricultura, Agropecuária e Abastecimento (MAPA). Os envolvidos serão enquadrados na lei de crimes ambientais e resoluções agropecuárias.

Fonte:http://gaz.com.br/conteudos/policia/2016/04/20/70675-caminhao_destinado_a_produtos_quimicos_e_flagrado_transportando_oleo_de_soja.html.php

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Secretária Ana Pellini fala em audiência pública da Comissão Especial do Estado Resiliente
A secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Ana Pellini participou na noite passada (18), da primeira audiência pública da Comissão Especial do Estado Resiliente realizada na Sala da Convergência da Assembleia Legislativa. Presidida pelo deputado João Reinelli, a audiência pública contou também com uma palestra do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

A secretária Ana Pellini iniciou classificando o tema resiliência como da maior pertinência. "Precisamos nos debruçar sobre ele", acrescentou, informando que desde o começo da sua gestão houve a preocupação com os riscos e consequências dos desastres naturais, "antes mais raros e agora mais sequentes. Assim, precisamos nos preparar. Este é um aprendizado lento".

Disse que a secretaria tem intensificado suas atenções em dois aspectos básicos neste contexto. Primeiro, em relação a riscos e desastres, "entendemos a necessidade de que as informações sobre alterações no clima cheguem com mais velocidade e precisão. Desta forma, estamos tratando da instalação de dois radares que ampliem esta cobertura, um em Santa Maria e outro em Caxias do Sul, mas a tarefa é difícil, diante da burocracia¿, observou. Igualmente narrou as tratativas junto aos governos da Argentina e Uruguai para que haja ¿um sistema conjugado neste processo, com as partes conversando entre si para uma maior prevenção". Segundo Ana Pellini, as comunidades, em geral, ainda mostram desarticulação diante dos eventos severos. "Buscamos ferramentas para alterar isso", frisou.

Numa segunda ação, a titular da Sema explicou alguns dos programas em andamento (e outros em elaboração) na secretaria, mais especificamente na questão das águas e suas consequências. Lembrou as enxurradas decorrentes dos grandes volumes de chuva repentina, agravadas pelo assoreamento e lixo acumulado. "Porisso a importância do Plano Estadual de Recursos Hídricos, uma vez que o desenvolvimento econômico e social sustentável do Rio Grande do Sul, nos próximos anos, será definido pela disponibilidade de água, tanto em quantidade quanto em qualidade. Para tanto, é preciso conhecer o cenário atual dos recursos hídricos gaúchos, mostrando as disponibilidades hídricas e as demandas por água, bem como precisamos identificar as áreas com problemas de escassez ou conflito. Isso só será possível com a efetiva participação da sociedade, por meio dos Comitês de Bacias Hidrográficas e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos".

Recordou que o Rio Grande do Sul não apresenta os mesmos problemas de falta de água como no Nordeste, por exemplo. "No entanto, o Estado não tem se preparado adequadamente nesta questão. Daí a importância do Sistema de Outorga de Água do RS, instrumento por meio do qual o Poder Público autoriza, concede ou ainda permite ao usuário fazer o uso deste bem, que é de todos¿, explicou, ressaltando a importância de um relacionamento afinado com toda a sociedade neste sentido. "Sem articulação e sem a participação dos comitês de bacia não avançaremos".

Também informou quanto aos licenciamentos para açudes e barragens, normalmente destinados à irrigação. "Ampliamos nossos cuidados em especial após o episódio Mariana, a barragem que se rompeu em Minas Gerais. Existem muitos barramentos antigos no RS, e os responsáveis devem buscar a regulamentação e as licenças, dentro de determinado prazo. Sem isso, sofrerão as sanções da lei¿, advertiu. Explicou, ainda, o Programa Estadual de Estímulo à Limpeza e Desassoreamento dos Corpos Hídricos. ¿Instruímos prefeituras e o Comando Ambiental da BM para que atuem em parceria na limpeza de arroios e rios. Os prefeitos podem se credenciar pela internet. Ao invés da BM proibir, inclusive retirando o maquinário, estamos orientando como todos devem proceder¿.

Por fim, disse da importância do Plano Estadual de Resíduos Sólidos do RS, por intermédio do qual "tentamos mostrar a importância da preservação dos nossos rios, com a formação de uma consciência ampliada neste sentido".

A secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Ana Pellini participou na noite passada (18), da primeira audiência pública da Comissão Especial do Estado Resiliente realizada na Sala da Convergência da Assembleia Legislativa. Presidida pelo deputado João Reinelli, a audiência pública contou também com uma palestra do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan.

A secretária Ana Pellini iniciou classificando o tema resiliência como da maior pertinência. ¿Precisamos nos debruçar sobre ele¿, acrescentou, informando que desde o começo da sua gestão houve a preocupação com os riscos e consequências dos desastres naturais, ¿antes mais raros e agora mais sequentes. Assim, precisamos nos preparar. Este é um aprendizado lento¿.

Disse que a secretaria tem intensificado suas atenções em dois aspectos básicos neste contexto. Primeiro, em relação a riscos e desastres, ¿entendemos a necessidade de que as informações sobre alterações no clima cheguem com mais velocidade e precisão. Desta forma, estamos tratando da instalação de dois radares que ampliem esta cobertura, um em Santa Maria e outro em Caxias do Sul, mas a tarefa é difícil, diante da burocracia", observou. Igualmente narrou as tratativas junto aos governos da Argentina e Uruguai para que haja "um sistema conjugado neste processo, com as partes conversando entre si para uma maior prevenção". Segundo Ana Pellini, as comunidades, em geral, ainda mostram desarticulação diante dos eventos severos. "Buscamos ferramentas para alterar isso", frisou.

Numa segunda ação, a titular da Sema explicou alguns dos programas em andamento (e outros em elaboração) na secretaria, mais especificamente na questão das águas e suas consequências. Lembrou as enxurradas decorrentes dos grandes volumes de chuva repentina, agravadas pelo assoreamento e lixo acumulado. "Porisso a importância do Plano Estadual de Recursos Hídricos, uma vez que o desenvolvimento econômico e social sustentável do Rio Grande do Sul, nos próximos anos, será definido pela disponibilidade de água, tanto em quantidade quanto em qualidade. Para tanto, é preciso conhecer o cenário atual dos recursos hídricos gaúchos, mostrando as disponibilidades hídricas e as demandas por água, bem como precisamos identificar as áreas com problemas de escassez ou conflito. Isso só será possível com a efetiva participação da sociedade, por meio dos Comitês de Bacias Hidrográficas e do Conselho Estadual de Recursos Hídricos".

Recordou que o Rio Grande do Sul não apresenta os mesmos problemas de falta de água como no Nordeste, por exemplo. "No entanto, o Estado não tem se preparado adequadamente nesta questão. Daí a importância do Sistema de Outorga de Água do RS, instrumento por meio do qual o Poder Público autoriza, concede ou ainda permite ao usuário fazer o uso deste bem, que é de todos¿, explicou, ressaltando a importância de um relacionamento afinado com toda a sociedade neste sentido. ¿Sem articulação e sem a participação dos comitês de bacia não avançaremos".

Também informou quanto aos licenciamentos para açudes e barragens, normalmente destinados à irrigação. "Ampliamos nossos cuidados em especial após o episódio Mariana, a barragem que se rompeu em Minas Gerais. Existem muitos barramentos antigos no RS, e os responsáveis devem buscar a regulamentação e as licenças, dentro de determinado prazo. Sem isso, sofrerão as sanções da lei", advertiu. Explicou, ainda, o Programa Estadual de Estímulo à Limpeza e Desassoreamento dos Corpos Hídricos. "Instruímos prefeituras e o Comando Ambiental da BM para que atuem em arceria na limpeza de arroios e rios. Os prefeitos podem se credenciar pela internet. Ao invés da BM proibir, inclusive retirando o maquinário, estamos orientando como todos devem proceder".

Por fim, disse da importância do Plano Estadual de Resíduos Sólidos do RS, por intermédio do qual "tentamos mostrar a importância da preservação dos nossos rios, com a formação de uma consciência ampliada neste sentido".

Fonte: FEPAM
http://www.fepam.rs.gov.br/noticias/noticia_detalhe_net.asp?id=14341
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Notícias
Dá para saber se haverá mais peixes ou plástico nos oceanos em 2050?
Um preocupante relatório, calculando que em 2050 haverá mais plástico do que peixes nos oceanos, foi divulgado recentemente pela Fundação Ellen MacArthur e o Fórum Econômico Mundial.
Chamado The New Plastics Economy ("A Nova Economia do Plástico", em tradução livre), o relatório estimou que, no ritmo atual, os mares terão, em termos de peso, mais plástico do que peixes na metade deste século.
O relatório ganhou as manchetes de vários jornais, mas acabou sendo questionado e levantando a questão: como medir a quantidade de plástico e como contar os peixes?
O problema é que o próprio relatório reconhece que é difícil fazer uma medição precisa nos dois casos.
No caso dos plásticos, o estudo faz referência a um levantamento publicado em 2015 por Jenna Jambeck, professora da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos. Ela tentou fazer um censo global da poluição por plásticos e estimar o quanto disso vai parar nos oceanos.
O estudo de Jambeck analisa estimativas do total de lixo em todos os países que não são totalmente cercados
rsidade de York, na Grã-Bretanha.
O que a Fundação Ellen MacArthur fez foi pegar a pesquisa de Jambeck, que faz previsões apenas até 2025, e projetar essas estimativas até 2050.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160328_plastico_oceanos_futuro_fn
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Feiras e Eventos
Fiema - Feira Internacional Meio Ambiente
A FIEMA Brasil 2016 prepara sua sétima edição apostando na reunião das melhores oportunidades de negócio e o que há de mais atual sobre tecnologia em resíduos, águas e efluentes entre os dias 05 e 07 de abril, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS).

A FIEMA Brasil é um importante palco para oportunidades de negócios e prospecção de mercado.

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Notícias
Suprema Corte bloqueia regulações dos EUA sobre emissões
Decisão representa um duro golpe para o presidente, já que medidas eram cruciais na estratégia contra a mudança climática

A Suprema Corte dos Estados Unidos suspendeu nesta terça-feira, 9, a regulação federal que prevê a redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do setor elétrico, anunciada em agosto do ano passado pelo presidente Barack Obama. A decisão representa um golpe para Obama, já que as metas propostas são cruciais na sua estratégia contra as mudanças climáticas.

A intervenção da mais alta instância judicial dos Estados Unidos foi requerida por 27 Estados – a maioria governada pelo Partido Republicano – e empresas ligadas ao carvão com o objetivo de impedir o avanço do plano de energia limpa do governo, assumido por Obama como um dos pilares de sua política de combate às alterações climáticas. Os Estados, liderados pelo grande produtor de carvão do país, Virgínia Ocidental, e o principal produtor de petróleo, Texas, abriram vários processos em outubro para deter a iniciativa do presidente. A votação na Suprema Corte terminou com placar apertado de 5 a 4.

A decisão suspende a aplicação do Clean Power Plan (Plano da Energia Limpa), concebido pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos, que impõe às centrais elétricas redução das emissões de dióxido de carbono (um dos principais agentes do efeito estufa), de 32% até 2030, em relação aos níveis de 2005. O parecer, no entanto, ainda não é definitivo, já que o caso depende do veredicto de uma corte de apelações, que deverá ouvir as argumentações orais dos dois lados em 2 de junho, para, em seguida, decidir se a regulação é válida.


O procurador-geral da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey, descreveu a suspensão como uma “vitória histórica e sem precedentes” sobre a EPA. “Nós estamos convencidos de que a Suprema Corte reconheceu o imediato impacto das regulamentações e congelou sua implementação, protegendo trabalhadores e poupando incontáveis dólares enquanto nossa luta contra sua legalidade continua”, afirmou.

A Casa Branca informou em comunicado que discorda da decisão judicial e o plano tem bases legais e técnicas sólidas. “A administração vai continuar tomando medidas agressivas para progredir na redução das emissões de carbono”, disse o porta-voz do governo, Josh Earnest. Segundo ele, a EPA vai continuar trabalhando com Estados que querem cooperar com as metas estipuladas.

A geração de energia elétrica é responsável por cerca de um terço das emissões de gás carbônico dos Estados Unidos. O plano de reduzir as emissões do setor é o principal componente da meta de reduzir as emissões totais em 26% a 28% até 2025 e em 32% até 2030. Esse valor compõe a contribuição que os Estados Unidos ofereceram para a Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (COP-21), em Paris, em dezembro.

Impacto. Carlos Rittl, secretário executivo do Observatório do Clima, diz que a deliberação da Suprema Corte ainda não implica em um cancelamento do plano nem é uma ameaça ao Acordo de Paris. “A decisão ainda não é determinante no sentido de impedir que a regulação seja levada a cabo conforme o previsto no Plano da Energia Limpa. Embora os que se opõem, os Estados que entraram com ações legais com apoio de diferentes setores, estejam cantando vitória, por enquanto não posso dizer com toda certeza que isso seja definitivo ou que altera o compromisso dos Estados Unidos assumido desde o ano passado em relação ao Acordo de Paris”, afirma.

Segundo o especialista, o Plano da Energia Limpa não foi revogado e é difícil que seja. “O presidente Obama usa (como argumento) decisões anteriores da Suprema Corte, que classificam gases de efeito estufa como poluentes, que impactam a saúde pública. Ou seja, ele está cumprindo com aquilo que já foi decidido anteriormente”, explica Rittl.

Para defender a regulação ante o Judiciário, o procurador-geral dos EUA, Donald Verrilli Jr, usou esse argumento. “A mudança climática é o desafio ambiental mais importante hoje e já está afetando a saúde pública nacional, o bem-estar e o ambiente.” / MÔNICA REOLOM, COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Fonte: http://m.sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,corte-suprema-dos-eua-bloqueia-regulacoes-sobre-emissoes-de-co2-do-governo,10000015685
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Política de Educação para o Consumo Sustentável é instituída no País


Nesta quinta-feira, dia 12/11/2015, foi publicada a Lei Federal nº 13.186/2015, instituindo a Política de Educação para o Consumo Sustentável no País, com o objetivo de estimular a adoção de práticas de consumo e de técnicas de produção ecologicamente sustentáveis.

A Lei traz os objetivos da Política, dentre os quais se destacam o incentivo a mudanças de atitude dos consumidores na escolha de produtos produzidos com base em processos ecologicamente sustentáveis; o estímulo à redução do consumo de água, energia e de outros recursos naturais, tanto no âmbito residencial quanto nas atividades de produção, de comércio e de serviços; a promoção da redução do acúmulo de resíduos sólidos, pelo retorno de embalagens, pilhas, baterias, pneus, lâmpadas e outros produtos após o uso pelos consumidores; o estímulo à reutilização e à reciclagem dos produtos e embalagens; o estímulo à inclusão das dimensões social, cultural e ambiental no processo de produção e gestão das empresas; o fomento ao uso de recursos naturais com base em técnicas e formas de manejo ecologicamente sustentáveis; e o incentivo à certificação ambiental.

Para atendimento aos objetivos da Lei, a União, os Estados e os Municípios deverão promover campanhas em prol do consumo sustentável nos meios de comunicação de massa, bem como a capacitação dos profissionais da área de educação para inclusão do consumo sustentável nos programas de educação ambiental do ensino médio e fundamental.

A criação da Política de Educação para o Consumo Sustentável dialoga com outras Políticas já criadas no âmbito nacional, tais como a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a Política Nacional de Mudança do Clima, auxiliando no alcance de suas metas e objetivos a partir do incentivo às práticas produtivas sustentáveis e à adesão do consumidor a este movimento. Ainda, está alinhada ao projeto de alteração do Código de Defesa do Consumidor, em tramitação, que prevê o incentivo e a promoção de padrões de produção e consumo sustentáveis, visando ao desenvolvimento econômico e a inclusão social sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras.

A nova Política reforça, portanto, a importância da atenção que deve ser conferida ao tema pela sociedade como um todo, incluindo empresas, instituições de ensino e indivíduos.

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13186.htm
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China aceita revisão periódica das metas de emissões de CO2
A quatro semanas do início da COP de Paris, presidente da França, François Hollande, foi a Pequim buscar o compromisso de Xi Jinping à medida; países em desenvolvimento têm restrições
PARIS - A 28 dias do início da 21ª Conferência do Clima (COP 21), em Paris, o presidente da França, François Hollande, obteve nesta segunda-feira, 2, o apoio da China à revisão, a cada cinco anos, das metas de redução das emissões de gases de efeito estufa. Esse ponto é considerado um dos centros das negociações diplomáticas em torno de um novo acordo climático mundial que terá de ser decidido em Paris.

Por seu peso econômico e relevância nas negociações, o país também é virtual líder do G77, grupo de 134 grandes emergentes e países em desenvolvimento do qual o Brasil é outro dos expoentes. Até aqui, o G77 demonstrava reservas ao princípio da revisão das metas a cada cinco anos. O Brasil já havia se mostrado favorável a essa proposta.

A declaração também é importante porque o conjunto de metas a